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10 erros comuns na manutenção e direção de carros

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O desenvolvimento da indústria automobilística tem permitido que sejam lançados carros cada vez mais confiáveis e menos sujeitos a defeitos. Por exemplo, enquanto antigamente bastava à pessoa ficar parada por algum tempo em um engarrafamento para o motor ferver, hoje os sistemas de arrefecimento garantem que os motores sejam usados nas condições mais adversas, sem nenhum problema. Isso, é claro, se o sistema estiver devidamente abastecido de água ou de fluido refrigerante e em perfeitas condições de funcionamento. Para ajudar você a se prevenir, nesse artigo vamos falar dos erros comuns na manutenção e direção de carros.

De fato, a maior parte dos defeitos que ocorrem atualmente poderia ser evitado, uma vez que é decorrente de falhas na conservação e condução do veículo.

Deixar o combustível chegar na reserva

Essa é uma prática bastante comum, que pode provocar a queima da bomba de combustível por superaquecimento. Isso ocorre porque a bomba fica instalada no interior do tanque, o que permite que o combustível atue como um refrigerante do equipamento. Com pouca gasolina ou álcool no tanque a capacidade de refrigeração também é pequena, o que pode levar à queima.

tanque combustivel reserva

Cabe considerar que, além do prejuízo provocado pela necessidade de trocar a bomba e do inconveniente que uma parada não programada pode acarretar, há também o risco de ela acontecer em local perigoso, o que precisa ser evitado a todo custo.

Portanto, rode sempre com o marcador acima da reserva!

Atravessar lombadas, valetas e buracos na diagonal

Muitos motoristas acreditam que essa prática alivia a suspensão, o que é inteiramente falso. A única coisa que ela provoca é a torção da carroceria do veículo, o que pode provocar danos em pontos de solda e em peças de acabamento interno. Isso acabará acarretando naqueles barulhos inconvenientes.

O correto é passar com cuidado pelas irregularidades da pista com as 2 rodas ao mesmo tempo.

Atravessar lombadas em alta velocidade

As suspensões modernas suportam bastante as irregularidades da pista e muitos veículos não trazem desconforto quando elas são enfrentadas. Por isso, alguns motoristas não fazem grande caso das lombadas que, não por acaso, também são conhecidas como “quebra-molas”, o que pode danificar seriamente a suspensão.

O correto é atravessar as lombadas em baixa velocidade. Afinal, também é preciso considerar que elas estão ali por algum motivo de risco, servindo justamente para obrigar o condutor a reduzir a velocidade.

Ficar de olho só na quilometragem para fazer a troca de óleo

Muitas pessoas não sabem que o óleo lubrificante tem prazo de validade e consideram apenas a quilometragem para fazer a troca. Assim, se adquirem um óleo com vencimento próximo e se o carro anda pouco, há o risco de rodar com um produto ruim durante um longo período, mesmo que a quilometragem para a próxima troca não tenha sido atingida, o que é péssimo para o motor.

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Portanto, na hora da troca, pergunte qual é a validade do óleo que está sendo adquirido. O prazo varia de fabricante para fabricante e deve vir indicado na embalagem.

Descansar o pé na embreagem

A esquerda da embreagem os carros têm uma área apropriada para o descanso do pé. Definitivamente, esse local não é o pedal da embreagem. Por menor que seja a pressão sobre ele, ela será suficiente para provocar um leve acionamento do sistema e, por consequência, o desgaste precoce das peças que o compõem.

Segurar o carro na embreagem nas subidas

Essa também é outra prática inimiga das embreagens, com capacidade para reduzir a vida útil do disco e de outras peças em até 50%, dependendo do tanto que o recurso é utilizado.

Encostar a roda na guia

Deixar o veículo com a roda encostada na guia pode provocar danos no rolamento, o que acarretará ruídos ou, na pior das hipóteses, contribuirá para que o rolamento quebre, chegando ao perigoso travamento da roda.

roda meio fio

Forçar a direção hidráulica

Girar o volante de direção hidráulica com o veículo parado ou com a roda colada na guia sobrecarrega o sistema, podendo danificar os retentores, permitindo assim que o óleo de direção vaze. Da mesma forma, forçar a direção no final do curso enquanto uma manobra está sendo feita desgasta a bomba da direção. Repetir esse erro com frequência logo levará a chiados e, finalmente, à quebra da bomba.

Portanto, só gire o volante com as rodas livres e, quando perceber que chegou o final do curso, alivie a pressão, uma vez que as rodas não conseguirão virar mais.

Descer uma ladeira desengrenado

A antiga prática é conhecida como “banguela”. Nos tempos em que a injeção de combustível era feita pelos extintos carburadores ela era justificável, uma vez que, com o carro desengrenado, o motor parava de receber combustível e permitia alguma economia.

Atualmente essa justificativa já não existe, pois a injeção eletrônica de combustível é feita por um computador que avalia a necessidade de alimentação do motor, de acordo com o regime em que ele está trabalhando. Se o motor está desengrenado, o computador continua injetando combustível para mantê-lo em funcionamento. Por outro lado, se ele está engrenado, mas sem o acionamento do acelerador, a quantidade de combustível injetado é diminuída e até cortada, em determinados momentos.

Portanto, o correto é descer as ladeiras com o motor engrenado. Essa técnica pode parecer estranha, mas é a mais segura para a sua viagem e ajuda a economizar. Afinal, além de fazer com que consuma menos combustível, ela exige menos do freio e torna a direção mais confiável.

Não fazer o alinhamento periódico

O alinhamento, como o nome do procedimento indica, serve para alinhar as rodas, permitindo que elas girem todas na direção correta, conforme o projeto do fabricante. Abrir mão desse cuidado e dirigir com as rodas desalinhadas, além de provocar um desgaste excessivo dos pneus, força as peças da suspensão dianteira.

Nos carros que não têm direção hidráulica, o desalinhamento é percebido com maior facilidade. Nos que têm direção hidráulica é possível que ela seja notada somente quando os 2 pneus dianteiros estiverem perdidos.

O ideal é que se faça o alinhamento a cada 10 mil quilômetros. Além de garantir a economia, essa prática torna a direção mais segura.

alinhamento carro

Manutenção e direção de carros

Gostou de saber quais são os erros mais comuns na manutenção e direção de carros e como evitá-los? Então, a partir de hoje, passe a prestar atenção em todos os detalhes do veículo, e cuide sempre da revisão.

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