transporte de animais em carro

Transporte de animais em carro: viajando em segurança!

Transporte de animais em carro: viajando em segurança!
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Os animais de estimação já fazem parte da sua família? Então, nada mais justo do que dividir com eles os momentos de lazer, levando-os para viajar nas férias, passeios e atividades nos fins de semana. No entanto, antes de fazer a mala do seu pet, é importante saber quais são os cuidados especiais com o transporte de animais.

Seguir essas orientações contribuirá para a segurança e, além de tudo, ajudará no cumprimento de leis específicas. Com isso, a família poderá seguir rumo ao local de interesse sem deixar de proteger o bichinho.

Para esclarecer todas as suas dúvidas, confira este post e saiba tudo o que é preciso saber sobre como transportar animais e preparar-se para o próximo passeio! Boa leitura!

Por que levar o pet ao veterinário antes de viajar?

A primeira coisa a fazer antes da viagem é uma consulta ao veterinário. Este realizará a verificação do estado físico do animal e também poderá dar conselhos de como evitar doenças que podem ser adquiridas fora de casa.

cachorro no veterinário

Essa ida ao médico garante o bem-estar de todos na família e, portanto, é determinante para que viajar com animais não seja um problema. Entre os benefícios de levar o bichinho ao veterinário, estão:

Analisar a saúde do animal

Como dito, a primeira coisa que o veterinário fará é analisar como está a saúde do pet da família. O médico poderá identificar se ele está no peso correto, se está com alguma alteração no funcionamento do organismo e se está com as vacinas em dia.

Por causa desses detalhes, é preciso que o pet seja levado ao consultório com alguma antecedência em relação à viagem. Ir um mês antes, por exemplo, garante que haja tempo o bastante para que qualquer problema seja identificado e resolvido com eficiência.

Também é importante antecipar-se para que possíveis vacinas façam o efeito correto, levando à total imunização.

Ter indicações de cuidados específicos no transporte

Não há ninguém melhor ou mais qualificado para dizer como o animal deve ser transportado do que o veterinário. Por isso, mesmo que a saúde do bichinho esteja completamente em dia, é importante fazer essa visita.

O médico poderá orientar sobre qual é o melhor jeito de fazer o transporte — tanto no carro quanto no avião, por exemplo. No consultório, será possível tirar todas as dúvidas acerca de como realizar esse processo com segurança. Além disso, é possível pegar recomendações sobre ações e medicamentos para acalmar o pet durante o deslocamento.

Receber recomendações para aplicar no destino

Para quem vai viajar para perto ou para algum lugar que já conhece, normalmente, não há dificuldades. No entanto, lugares inéditos ou muito diferentes do local em que o bichinho vive têm o potencial de trazer alguns problemas.

Quando a viagem é para a praia, por exemplo, certos animais podem ter alergia à areia e todos precisam ter as patinhas protegidas contra as temperaturas elevadas do chão. Já em lugares afastados e que têm algumas doenças, será fundamental ficar de olho nos cuidados preventivos.

Ir ao veterinário com antecedência ajudará a resolver todos esses problemas. O profissional poderá indicar quais são as ações preventivas e o que muda na rotina, já que o local em que o bichinho está também é diferente.

Contar com contatos e ações de emergência

Um dos principais objetivos de levar o melhor amigo ao veterinário antes de viajar é ter a certeza de que tudo sairá conforme o planejado. Porém, nem sempre isso é viável: imprevistos acontecem.

Sem saber como agir ou a quem recorrer, a viagem da família pode terminar em dor de cabeça e em volta antecipada. Afinal, não se pode deixar o pet doente ou com algum problema, certo?

Para que as férias não sejam estragadas, o veterinário indicará contatos de outros profissionais e quais são as ações de emergência que deverão ser empregadas. Com um bom planejamento, será possível prevenir-se contra os principais obstáculos.

Ampliar a segurança e a tranquilidade

As férias são feitas para relaxar e se divertir. Isso inclui sair da rotina e poder curtir o tempo de folga. Porém, isso só será possível se todos estiverem bem — incluindo o pet da família.

Com a ida ao veterinário, a saúde do animal fica em dia e todos ficarão muito tranquilos para curtir a viagem, longe de preocupações. Mesmo em casos de imprevistos, haverá toda a segurança necessáriapara que nenhum quadro se agrave.

Qual é a legislação para transporte de animais em carros particulares?

Para garantir a proteção de todos os envolvidos nesse processo, há leis e regulamentações a respeito do transporte de animais. Essas etapas precisam ser cumpridas para evitar, em primeiro lugar, a aplicação de multas.

cachorro dentro de veículo

Em outros casos, desobedecer às regras pode até impossibilitar a viagem e ninguém deseja isso, concorda? Então, o correto é saber quais são as regras que devem ser observadas e preparar-se para fazer um passeio conforme manda a lei.

Os pontos que exigem maior atenção incluem:

Transporte na parte interna do veículo

De acordo com o Artigo 235 do Código de Trânsito Brasileiro, é proibido transportar pessoas, animais ou cargas nas partes externas do veículo, exceto em casos expressamente autorizados. Ou seja, ainda que a intenção seja alugar carro com um espaço de transporte atrás, por exemplo, não é viável viajar com o bichinho nessa área.

É indispensável que ele esteja na área interna do veículo, seguindo as recomendações. Afinal, quando o animal vai no espaço externo, ele pode se soltar e saltar do veículo, por exemplo — o que causaria diversos problemas. Assim, é possível evitar acidentes que prejudicam, além do próprio animal, outros motoristas e passageiros.

Escolha de um método adequado de transporte

Ao mesmo tempo, o pet não deve ficar em qualquer espaço da parte de dentro do veículo. O Artigo 252, também do Código de Trânsito Brasileiro, é bastante claro ao proibir o transporte de todo elemento à esquerda do motorista — ou entre os braços e as pernas.

Enquanto isso, o Artigo 169 proíbe o transporte do animal com a cabeça para fora do veículo, independentemente da raça. Em ambas as situações apresentadas, há a aplicação de multas e, nesse último, de perda de pontos na carteira.

Como as infrações são de média a grave, descuidos nesse sentido podem até comprometer a sua habilitação para direção. Portanto, é indispensável cumprir essas obrigações.

Exigência do atestado de saúde

Desde julho de 2006, não é mais exigido que cães e gatos apresentem a Guia de Trânsito Animal para transportes nacionais. Contudo, isso não significa que basta colocar o pet no carro e dirigir.

Por lei, é obrigatório ter um atestado de saúde, o qual é fornecido por um veterinário devidamente autorizado. Esse documento é necessário para garantir, por exemplo, que o animal não veio de uma área infectada.

Como ir ao veterinário já é importante de qualquer maneira, cumprir essa regra não é uma grande dificuldade. Porém, ela precisa ser observada até para viagens menores.

Certificado de vacinação antirrábica

Outra obrigação diz respeito à apresentação do certificado referente à vacinação antirrábica. Independentemente do destino ou do ponto de partida, é fundamental que o animal esteja devidamente protegido contra tal doença.

As vacinadas devem estar em dia e precisam ser ministradas por um profissional, de modo a evitar que esse problema se propague para o destino da viagem. O certificado deve estar dentro da validade de acordo com cada situação. Se necessário, vacinas complementares precisam ser administradas.

Apresentação de Certificado Zoosanitário Internacional (CZI)

Para viagens internacionais, o transporte de animais tende a ser um pouco complexo. Em primeiro lugar, reconheça que é preciso apresentar o Certificado Zoosanitário Internacional.

Trata-se de um documento emitido pelo Ministério da Agricultura e que exige a apresentação de toda a documentação referente à saúde do animal, evitando a transmissão de patologias.

Além de tudo, cada país tem suas próprias regras. A União Europeia, por exemplo, exige a colocação de um microchip certificado internacionalmente, além de uma quarentena de 90 dias. Informe-se a respeito das condições de cada país para evitar transtornos.

Quais são as melhores práticas no transporte de animais?

Para que tudo saia exatamente conforme o planejado, é indispensável executar algumas práticas. Esses cuidados se aplicam em praticamente todos os casos e fazem com que o transporte de animais seja muito tranquilo.

cachorro passeando

Não se esqueça de considerar as recomendações do veterinário, mas, em geral, as melhores práticas para que tudo dê certo são:

Acostume o pet antes da viagem

Se a próxima for uma das primeiras viagens com o pet, é fundamental acostumá-lo à mudança de rotina. Gatos, especialmente, são menos propensos à mudança, então é preciso garantir uma adaptação.

Comece fazendo passeios de carro de alguns minutos com o bichinho, usando toda a proteção que será empregada. Para viagens de avião, acostume-o aos poucos dentro da caixinha adequada. Quando chegar o momento de partir rumo ao destino de férias, ele estará ambientado e não estranhará a mudança temporária em seu cotidiano.

Tenha cuidado com a alimentação

Nos transportes feitos pela estrada, é muito comum que o bichinho se sinta um pouco enjoado, especialmente nas curvas. A sensação de movimento nem sempre faz parte de seu cotidiano e, mesmo com todos os cuidados, ele pode ficar indisposto.

Para que um verdadeiro acidente não aconteça, o ideal é que o animal não seja alimentado com, pelo menos, seis horas antes da viagem. Isso evita que ele vomite ou se desidrate, ajudando a manter o conforto de todos.

Em viagens muito longas, é inevitável dar um pouco de comida ou petiscos aos animais. Nesses casos, diminua a quantidade de modo a prevenir acidentes diversos.

Considere usar fraldas veterinárias

Por falar em acidentes, é fundamental manter em mente que o pet precisa ter suas necessidades fisiológicas atendidas. Muitas vezes, entretanto, não é possível fazer paradas no meio da estrada — seja pela insegurança, seja pela falta de acostamento, por exemplo.

Ao mesmo tempo, se você recorreu ao aluguel do carro, o melhor é evitar ocorrências que gerem um trabalho extra, certo? Nesses casos, é possível recorrer a fraldas veterinárias.

Elas são feitas para todos os portes e para várias raças diferentes de cachorros e gatos. Em viagens longas, são de grande ajuda para deixar o veículo limpo e o amigo de quatro patas bastante confortável.

Programe paradas regulares

Lembre-se: em uma viagem de carro, é indispensável programar paradas regulares. Trata-se de algo necessário não só para os humanos — que sentem a necessidade de esticar as pernas e de dar uma revigorada —, mas para que o bichinho possa ficar confortável.

Nessas paradas, ele poderá fazer suas necessidades fisiológicas, esticar as patas e lidar melhor com a possível sensação de enjoo. Isso trará novo ânimo para todos os integrantes do passeio, tornando-o mais divertido. Por isso, pense, com cuidado, em qual será o caminho seguido.

Tenha um kit com os itens necessários

Você usou um comparador de preços, alugou o veículo, mas encara uma situação de carro quebrado ou de trânsito intenso. Estressante por si só, uma situação como essa se torna ainda pior sem ter ao alcance das mãos os itens do bichinho de estimação.

kit primeiros socorros para cachorro

Por essas e outras, é muito importante organizar uma mala para o seu animalzinho. Nela você poderá colocar pertences tais como potes de água, ração e brinquedos. Para facilitar a sua vida e não ter que sair à procura dos itens necessários, entre na internet para comprar todos os acessórios.

Em sites de anúncios grátis no Brasil existem categorias específicas como “animais e acessório30s”. Nelas, há como comprar itens como bolsas, casinhas, comida e coleiras — sempre contando com um bom número de variedades, marcas, modelos e preços.

Quais os cuidados no transporte de animais?

Além das boas práticas, há alguns cuidados que precisam ser executados. Ao pensar no transporte de animais de um jeito completo, é possível garantir a segurança do melhor amigo da família.

Muitos desses cuidados são bem básicos, mas, ao mesmo tempo, muito eficientes. Assim, veja quais são eles e entenda a importância de executá-los:

Faça o transporte do jeito correto

Especialmente no transporte de carro, é fácil levar o bichinho de estimação no colo ou solto e feliz pelo banco de trás. Contudo, essa é uma ação cheia de consequências. Além ser proibido por lei e de gerar multas, é algo que pode levar à desatenção do motorista e aumentar os riscos de acidentes.

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Além disso, uma freada brusca talvez seja o suficiente para machucar a mascote. Portanto, é fundamental transportá-lo do jeito que for mais indicado para cada caso, evitando problemas maiores.

Nunca deixe o animal sozinho no carro

Durante o caminho até o destino da viagem, é comum que você se encante por alguma paisagem e queira apreciá-la. Embora não haja nada de errado com isso, nunca deixe o bichinho de estimação sozinho no veículo.

Em primeiro lugar, isso pode causar um estresse no pet, que estará isolado e em um ambiente diferente. Além de tudo, há riscos para a segurança — ele pode se machucar ao tentar sair.

Nos dias quentes, a temperatura elevada gera condições inadequadas no interior do veículo, prejudicando a saúde do seu melhor amigo. Assim, saia junto com o animal e, se for necessário, faça revezamentos com os outros ocupantes do carro.

Pergunte ao veterinário antes de usar medicamentos

Mesmo sendo acostumados antes da viagem, muitos bichinhos ainda não ficam completamente confortáveis. Os mais agitados podem ficar com um comportamento especialmente intenso nessa situação, o que é um problema.

Para contornar isso, é possível contar com sedativos naturais, que ajudam a tranquilizar o pet e até a fazê-lo dormir por algumas horas. Embora sejam soluções que parecem convenientes, não use esses elementos sem que haja orientação do veterinário, pois é perigoso.

Em vez disso, procure o profissional e peça indicações confiáveis de produtos. Desse jeito, você poderá ter a certeza de que o seu bichinho estará protegido.

Escolhas itens de segurança de qualidade

Já que o animal não pode ser transportado livremente no carro, será necessário recorrer a opções específicas de segurança. Esses equipamentos garantem o conforto e a tranquilidade, desde que sejam adquiridos corretamente.

Não abra mão de ter itens confiáveis e que ofereçam a segurança que você tanto busca. Compre os equipamentos em lojas e de fabricantes confiáveis, de modo que tudo saia como o esperado. Além de tudo, lembre-se: itens de qualidade duram mais e podem ser utilizados em várias outras viagens com esse companheiro.

Preze sempre pelo conforto e pela segurança

Ninguém gosta de viajar desconfortável ou com dificuldades, certo? Em viagens longas, isso é ainda mais importante. Com o seu pet é a mesma coisa. Ele merece um deslocamento seguro e confortável.

Não adianta colocá-lo em uma caixinha que vai deixá-lo muito apertado ou inseguro, por exemplo. Da mesma forma, usar certos elementos não é a melhor ideia se ele ficará estressado.

Portanto, um dos maiores cuidados com o transporte de animais é priorizar o bem-estar, que é uma conjugação de conforto e segurança. Ao fazer isso, a viagem será verdadeiramente agradável para toda a família.

Quais são os principais modelos de transporte de animais?

Agora que você já conhece todos os cuidados e melhores práticas, é hora de descobrir como fazer o deslocamento do jeito certo. Além de cumprir a lei, isso fará com que toda a família consiga chegar ao destino sem dificuldades.

Dependendo do animal, da raça e do comportamento dele — bem como do método de segurança —, há algumas opções. Entre os principais modos de transporte de animais, estão:

1. Caixa transportadora

caixa transportadora é uma escolha muito conveniente para animais de pequeno porte — como cachorros de raça pequena e gatos, principalmente. Em geral, ela é feita de plástico e tem um espaço variável, dependendo do modelo. A grade na parte da frente evita que o bichinho fuja ou saia sem autorização.

cachorro caixa de transporte

Em alguns casos, é possível encontrar versões maleáveis, como feitas de tecido. Porém, é indispensável que o animal possa ficar preso e protegido no local. Para o transporte de avião, essa opção é obrigatória, pois é a única forma de garantir que o animal não se soltará.

Para evitar problemas, a caixa deve ser deixada no banco de trás e, de preferência, com o cinto do banco, evitando quedas. Ela também deve ter a ventilação adequada, gerando o bem-estar do pet.

2. Cinto de segurança

Assim como os adultos e as crianças, o pet pode usar um cinto de segurança. Ele é especialmente recomendado para animais maiores, como cachorros acima de 25 kg, mas pode ser aplicado junto de outros itens.

Há duas versões: a primeira é o cinto completo, que inclui proteção peitoral e acréscimo ao cinto do banco traseiro “tradicional”. Já a segunda é uma adaptação, conectada à coleira peitoral e ao cinto do banco.

Essa é uma ótima opção para dar mobilidade ao bichinho, ao mesmo tempo em que faz com que ele não seja projetado em casos de acidentes ou de freadas.

3. Assento ou cadeirinha

Assim como crianças usam cadeirinhas e assentos especiais, os pets têm essa possibilidade adaptada. Nesse caso, há cadeiras específicas, feitas de tecido maleável e que garantem maior capacidade de movimentação para os bichos de pequeno porte.

Nesse caso, a cadeirinha ou assento é presa ao banco de trás por meio de cintos próprios e do cinto do banco. O animal é colocado na parte de dentro, mas precisa usar o cinto de segurança. Assim, há maior conforto na viagem.

4. Grades de contenção

Alguns carros contam com muito espaço na parte interna — seja porque têm bancos rebatíveis, seja porque contam com um grande vão atrás dos bancos. Nesse caso, é possível usar a área para transportar animais de porte médio a grande, como cachorros maiores.

No entanto, como já mencionamos, eles não podem ficar livres no carro, então há a chance de usar grades de contenção. Elas são fixas ou móveis e criam uma divisão entre o local do animal e o restante do veículo. Antes de recorrer a essa possibilidade, entretanto, considere que o animal estará solto e, com isso, suscetível a freadas e interrupções bruscas.

Tendo em mente todas essas orientações de transporte de animais, você e sua família poderão levar o companheiro para as próximas aventuras. Com muita segurança, basta relaxar e aproveitar as experiências!

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