Turismo de aventura: tire sua dúvidas sobre o assunto

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Quem não quer curtir paisagens deslumbrantes, contemplar a natureza, praticar esportes, relaxar e sentir a adrenalina correr nas veias? É por essas e outras que o turismo de aventura tem ganhado cada vez mais adeptos no Brasil e no mundo. Sempre com segurança!

Neste e-book, vamos abordar o turismo de aventura apresentando as principais modalidades praticadas no país. Há ainda dicas para você penejar a sua viagem com segurança, além, é claro, de destinos de perder o fôlego, como Bonito, Brotas e Foz do Iguaçu. Vamos lá?

1. O que é turismo de aventura?

O turismo de aventura busca promover práticas de atividades de aventura de forma recreativa. Ele pode acontecer em áreas urbanas, mas, na maior parte das vezes, se dá em ambiente natural e rural ou em espaços como parques, cachoeiras e áreas protegidas.

Marcado pelos desafios pessoais que os seus praticantes podem superar, o turismo de aventura proporciona lazer, liberdade e é, como veremos adiante, regulamentado por normas técnicas que buscam garantir a segurança de quem dele participa.

Confira a seguir algumas das principais atividades de turismo de aventura praticadas no Brasil.

Arvorismo

Uma das atividades de turismo de aventura mais conhecidas, o arvorismo nada mais é do que fazer passeios suspensos por entre as copas das árvores. Na maior parte das vezes, esse percurso é feito por meio de plataformas e cabos de aço ligando os pontos do circuito.

É possível fazer arvorismo em caminhos com níveis de dificuldade distintos. Em alguns casos, o participante pode inclusive se deparar com obstáculos que exigem o uso de técnicas básicas de rapel e escalada.

Mas não se assuste! Dada a diversidade de percursos existentes, o arvorismo pode ser praticado por qualquer pessoa que tenha disposição, inclusive crianças e adolescentes.

E tudo é feito com o uso de vários equipamentos de segurança, como capacetes e presilhas que mantêm as pessoas presas aos cabos do caminho, fazendo com que quedas sejam quase impossíveis de acontecer.

Rafting

Uma das modalidades mais espetaculares do turismo de aventura, o rafting envolve descidas de trechos de rios com corredeiras em botes infláveis.

Assim como em outras modalidades de turismo de aventura, há diferentes níveis de rafting, que varia de acordo com o volume e velocidade das águas e com a presença de pedras.

Eles vão do nível I (que, em corredeiras mais lentas e com pedras menores, exige poucas manobras) ao VI (de corredeiras mais perigosas, com grandes ondas provocadas pelo impacto das águas em pedras gigantescas). Há ainda o nível VII, considerado de perigo extremo, que deve ser praticado somente por profissionais avançados.

Boia cross

Quem nunca brincou com câmaras gás de carros e caminhões num rio? O boia cross é uma evolução dessa brincadeira. Ele envolve a descida de corredeiras de rios em grandes boias de borracha.

Também conhecido como acqua ride, o boia cross nasceu no Brasil nos anos 1970, no Vale do Ribeira, em São Paulo. Assim como no rafting, é possível praticá-lo em corredeiras radicais, moderadas e leves.

Apesar do uso de coletes salva-vidas, é recomendável que o participante saiba nadar, além de usar tênis e capacetes para a segurança durante a descida.

Tirolesa

A tirolesa é uma atividade de aventura de grande sucesso. Ela é feita por cabos de aço que ligam um ponto alto, como o cume de um morro, a um ponto mais baixo, e de um sistema de roldanas que permite que uma pessoa deslize suspensa por uma corda.

Uma das razões para o sucesso da atividade é que ela não exige nenhum esforço do participante, a não ser deixar-se ser levado pela força da gravidade.

Algumas tirolesas têm como destino rios, lagos e até o mar, tornando o fim da descida refrescante. Muitos parques e hotéis-fazenda contam com essa opção de diversão.

Rapel

O rapel é uma técnica de descida de paredões de cânions (o canionismo), cachoeiras (cachoeirismo) e serras com o uso de equipamentos de escalada que permitem que o participante fique suspenso por uma corda durante o trajeto.

Desenvolvido a partir de técnicas de escalada, o rapel requer que o praticante se apoie nas rochas com o pé. É o chamado rapel positivo. Em outros casos, no rapel negativo, a descida é feita no abismo, sem contato direto com a rocha.

Algumas vezes, também existe a oportunidade de se banhar nas águas das quedas d’água do local onde se pratica a atividade. O controle da velocidade de deslizamento da corda (mais devagar ou mais rápida) permite que a atividade seja contemplativa ou mais emocionante.

Exploração de cavernas: espeleoturismo

O espeleoturismo de aventura se dá pela exploração de cavernas, muitas vezes envolvendo a superação de obstáculos internos, como correntezas, cachoeiras e grandes blocos de pedras. A prática é feita com o uso de lanternas e capacetes.

Podem ser observadas formações características do interior das cavernas, como as estalactites, que variam de acordo com a composição mineral das rochas dos locais. No espeleoturismo, é possível ter contato com diferentes formas de vida, como morcegos, aranhas e pequenos animais.

Em alguns casos, também pode-se aproveitar o passeio para fazer mergulhos em lagos e rios subterrâneos existentes no interior das cavernas, caso os participantes tenham habilitação para mergulho nessas condições.

2. Qual é a diferença entre turismo de aventura e ecoturismo?

O turismo de aventura era inicialmente visto como uma submodalidade do ecoturismo, mas com o tempo ganhou vida própria, apesar das fronteiras entre as duas atividades serem tênues.

O ecoturismo envolve a contemplação de paisagens, a interação com a natureza, e busca promover a reflexão sobre a interação entre os homens e o ambiente. O turismo de aventura pode conter todos esses elementos, mas tem alguns elementos adicionais.

O turismo de aventura coloca um tempero na relação entre o homem e a natureza ao injetar adrenalina com a prática das atividades que enumeramos há pouco. E quando a prática das atividades envolve competição entre os participantes, o turismo de aventura é considerado turismo esportivo.

Além disso, é possível pensar o ecoturismo e o turismo de aventura enquanto turismo sustentável, quando envolvem a busca da manutenção das diversidades biológicas, sociais e culturais dos locais visitados.

3. Como planejar o turismo de aventura no Brasil ou exterior?

Os passos fundamentais para o planejamento de uma viagem de turismo de aventura envolvem saber o quanto você pode gastar (orçamento), as modalidades que você deseja praticar, o transporte e hospedagem do seu destino. Seja ela uma viagem para o Brasil, seja para o exterior.

Orçamento

Saiba o quanto você pode gastar e monte a sua viagem a partir do seu orçamento para evitar surpresas desagradáveis adiante. Monte uma planilha no Excel ou baixe um aplicativo para orçar sua projeção de gastos.

Considere na planilha despesas como transporte, hospedagem, alimentação, agência de turismo, locação de automóvel e, em casos de viagem para o exterior, cotação de moedas. Atualize a planilha de referência durante todo o planejamento da viagem e leve-a quando o grande dia chegar.

Modalidades

Ao escolher o destino, além do orçamento, leve em conta quais modalidades você pretende praticar. Devido às formações geológicas e características climáticas, alguns locais favorecem alguns tipos de turismo de aventura em detrimento de outros.

Para fazer rafting é preciso que o local tenha rios com corredeiras, por exemplo. E sempre entre em contato com agências de turismo locais com antecedência para praticar seu turismo de aventura com segurança.

Transporte

O seu destino é acessível de carro? De ônibus? De avião? Se for viajar de avião, nunca é demais lembrar que é importante comprar a passagem com alguma antecedência para evitar a disparada de preços.

Se o destino for próximo e optar por viajar no carro próprio, lembre-se que, em alguns casos, é preciso colocá-lo na lama ou na estrada de terra para a prática de algumas modalidades. Por isso, pense na possibilidade de alugar um veículo. Essa dica também se estende para você que pretende viajar de avião e não quer depender de transportes públicos precários ao chegar ao destino.

Hospedagem

Hoje em dia, é possível encontrar hospedagem para todos os bolsos: hotéis, pousadas, alugar casas e quartos por meio do Airbnb, ou ficar hospedado em albergues. Só não deixe, mais uma vez, para reservar em cima da hora –– principalmente em alta temporada.

Clima

Um elemento adicional do seu planejamento é saber como estará o clima do seu destino de aventura na época da viagem. Há modalidades que são mais propícias para o verão, outras para os meses de inverno. Em algumas condições climáticas (frio ou calor intenso, muita ou pouca chuva, muita ou pouca neve) a prática de algumas modalidades torna-se inviável.

4. Quais são os cuidados necessários nesse tipo de turismo?

O turismo de aventura exige alguns cuidados fundamentais. Como as modalidades, muitas vezes, envolvem a possibilidade de alto impacto do corpo com rochas e pedras, movimentos de grande velocidade e altura, o uso de equipamentos de segurança é chave. E presença de pessoas experientes, que conheçam a modalidade praticada e o local onde ela é realizado também contam muito.

Equipamentos de segurança

A presença de capacetes é fundamental na maior parte das modalidades (como rapel, rafting, e moutain bike). No caso das modalidades que envolvem ambientes aquáticos, é indispensável o uso de coletes salva-vidas. Em outros casos, é recomendável o uso de luvas, caneleiras e joelheiras.

No caso do uso de presilhas, cordas e cadeirinhas de escalada (comuns no rafting e no rappel), os equipamentos precisam atender a normas estabelecidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

Credenciamento das agências

O melhor caminho para garantir a segurança é certificar-se de que você vai praticar o turismo de aventura junto a empresas credenciadas. Várias modalidades, inclusive, só podem ter os serviços vendidos por empresas certificadas.

No caso do rafting, por exemplo, a prática tem que ser feita por empresas credenciadas como agências de turismo, que possuam a norma técnica NBR15.331, da ABNT, implementada.

Por isso, exija o credenciamento e a documentação das agências antes de fechar qualquer pacote para prática do turismo de aventura.

Respeito à natureza

Praticar esportes de aventura é conhecer e respeitar limites. Dentre eles, os da natureza. Quando estiver em campo, observe as condições climáticas para saber se é hora de praticar ou parar uma atividade.

Frio e calor intensos podem ser muito prejudiciais ao seu corpo. A exposição do frio intenso pode levar a hipotermia e a exposição ao calor, a problemas como desidratação e queda de pressão arterial.

Além disso, dependendo da região onde você se encontra, é preciso considerar se vai chover e em que quantidade.

Regiões de serra podem estar sujeitas à formação das trombas d’água, podendo causar afogamentos.

Roupas apropriadas

Saber as condições climáticas também interfere em outro ponto fundamental, que são as vestimentas usadas. É recomendável utilizar roupas leves e que facilitem a transpiração. Calçados devem ser confortáveis e, preferencialmente, impermeáveis.

Se for praticar alguma atividade em locais frios, como uma trilha em região serrana, lembre-se de levar roupas que resistam a queda de temperatura. Porém, não leve roupas pesadas demais, que podem prejudicar a sua mobilidade.

Alimentação

Outro cuidado fundamental na prática do ecoturismo é estar devidamente alimentado. Tomar um café da manhã equilibrado é básico, sem abusar de alimentos gordurosos e de digestão pesada.

Além disso, leve barras de cereal, frutas e alimentos com fibras (que liberam nutrientes de forma mais lenta) para comer nas paradas da sua prática de turismo de aventura.

Limites

Além de respeitar a natureza, é preciso saber nos respeitar. Como já dissemos, a prática do turismo de aventura é excelente para aprender a superar nossos medos e aliviar tensões do dia a dia.

No entanto, é possível que você se depare com situações desafiadoras com as quais terá reações desagradáveis, como grandes alturas e abismos. Cada pessoa reage de uma maneira, mas caso o momento não seja superável, é compreensível que você peça para parar a atividade. Não se sinta obrigado a fazer o que não quer.

Também não force a barra caso seu corpo não esteja bem: várias atividades exigem muito das musculaturas das pernas, dos pés, das mãos e dos braços.

Lembre-se de que a sua saúde e as suas ações podem comprometer a vida de outras pessoas que compõem o grupo com o qual as atividades estão sendo realizadas.

5. Quais são os destinos brasileiros para fazer turismo de aventura?

O Brasil, com sua vasta extensão territorial, com variações de formações geológicas e de ecossistemas, tem destinos para a realização de turismo de aventura a perder de vista. Em quase todo canto do país é possível encontrar um local para a prática de alguma modalidade.

No entanto, algumas regiões têm feito grandes investimentos para receber as pessoas com a infraestrutura e a segurança necessárias. Listamos algumas delas por aqui.

Brotas (SP)

Brotas, no interior do estado de São Paulo, é conhecida como capital nacional do turismo de aventura. Cortada por rios e trilhas, na cidade é possível usufruir de várias modalidades de contato com a natureza.

Brotas também é chamada de a cidade das cachoeiras. São mais de 13 abertas à visitação, dentre elas a do Saltão, com mais de 75 metros de queda. Ao lado de muitas das cachoeiras, além da vista, é possível desfrutar da culinária de fazendas onde estão localizadas.

Dentre as modalidades disponíveis na cidade, o rafting noturno, praticado sob lua cheia, no Rio Jacaré Pepira, durante quatro horas, é um dos passeios mais famosos da cidade. Além dele, é possível praticar arvorismo, fazer trilhas de quadriciclo, descer montanhas de tirolesa, fazer boia cross, cavalgadas em paisagens rurais, dentre outras modalidades.

Distante a cerca de 240 km da capital São Paulo, Brotas conta um excelente estrutura de hospedagem, pensada para todos os bolsos, com resorts, hotéis, pousadas e áreas de camping.

Bonito (MS)

O município de Bonito, no Mato Grosso do Sul, é reconhecido internacionalmente pelas paisagens deslumbrantes que oferece ao visitante.

Com rios de águas cristalinas, que permitem enxergar com nitidez peixes e os fundo dos leitos, e uma infinidade de cavernas e matas nativas que abrigam mais de quatro mil espécies de plantas, a cidade é o destino certo para quem busca fazer turismo de aventura.

Localizado a 265 km da capital do estado, Campo Grande, o município é cortado por rios como o Formoso, Prata e Sucuri, que descem a chamada serra da Bodoquena, formando cachoeiras e cenários de tirar o fôlego. Aves da região do Pantanal (muito perto dali), como tucanos, araras, periquitos e maria-faceiras rasgam os céus em vários momentos do dia, tornando a paisagem ainda mais encantadora.

Além de escalada, rapel, rafting e boia cross, é possível visitar grutas como o Lago Azul e o Abismo das Anhumas, conhecer o circuito das Cachoeiras, e fazer as famosas flutuações nos rios. Nelas, com roupas emborrachadas e com o uso de esnórquel, é possível descer grandes trechos dos rios flutuando sob o embalo de mansas correntezas e observar as mais de duas mil espécies de animais aquáticos da região.

Bonito conta ainda com uma infraestrutura turística de dar inveja a outras cidades do Brasil e com uma culinária típica marcada pelos sabores do cerrado, do Pantanal e da Mata Atlântica. Indo por lá, não deixe de provar a carne de jacaré!

Rio São Francisco (MG, SE e AL)

Maior rio a cortar o Brasil, rasgando 2.863 km desde sua nascente, na Serra da Canastra, em Minas Gerais, à sua foz, em Piaçabuçu, em Alagoas, o São Francisco e suas margens são cenário de paisagens ímpares para a prática do turismo de aventura.

Alto São Francisco e a Canastra

No alto São Francisco, em Minas Gerais, o Parque Nacional da Serra da Canastra conta com a Cachoeira Caca D’Anta, com 186 metros de altura e que se revela logo nos primeiros 14 km de existência do rio.

A partir do município de São Roque de Minas é possível conhecer o parque e praticar uma série de esportes de aventura, como moutain bike, trilhas e passeios à cavalo. E, claro, provar um dos melhores queijos do Brasil, o queijo Canastra.

Baixo São Francisco e os seus Cânions

Em outro extremo do país, no baixo São Francisco, em Alagoas e Sergipe, o turista pode visitar os cânions formados por milênios de disputa entre o rio e as rochas. Há ainda a barragem da hidrelétrica do Xingó, que represa as águas e chega a ter mais 170 metros de profundidade em seu lago.

As paisagens da região Nordeste são de arrepiar, marcadas pela vegetação típica do semiárido, pela presença de pinturas rupestres, grutas e cavernas.

Além de treking, é possível fazer passeios de Catamarã, navegando por mais de 15 km entre Canindé e Paraíso do Talhado, e atividades como rapel, tirolesa e escalada — em trechos que vão de 20 a 60 metros de paredão.

Foz do Iguaçu (PR)

Que Foz do Iguaçu, no Paraná, conta com uma das sequências de quedas d’água mais grandiosas do planeta, ninguém duvida. Afinal, as cataratas são consideradas uma das novas sete maravilhas do mundo, em votação feita em todo o mundo pela Fundação New Seven Wonders.

Porém, além de contemplar a vista desse espetáculo, a cidade também tem se transformado em uma Meca do turismo de aventura no Brasil.

Uma das atividades mais desejadas não poderia deixar de contar com as cataratas, é claro. O passeio de bote próximo às quedas talvez seja uma dos passeios de maior adrenalina existentes no país. Ele é a última etapa de um percursos que envolve, ainda, uma trilha no Parque Nacional do Iguaçu, onde é possível conhecer em detalhes a natureza da região.

Também há a possibilidade de fazer o passeio de barco pelo lado Argentino das quedas, chamado em espanhol de Gran Aventura, que coloca o participante embaixo, de fato, das águas. Assim como do lado brasileiro, o passeio é precedido por uma trilha, a Sandero Yacaratiá, num trecho de seis quilômetros de floresta subtropical.

No Parque Nacional do Iguaçu, no Brasil, ainda é possível fazer passeios de caiaque e moutainbike, bem como saltar de paraquedas, com vista para a hidrelétrica de Itaiupu, na fronteira com o Paraguai.

6. Por que alugar um carro é uma boa ideia para essa viagem?

Como já dissemos, uma das melhores formas de aproveitar uma viagem de turismo de aventura é tendo um carro que se adapte bem às condições da natureza com as quais você vai se deparar.

Por isso, uma boa ideia é alugar um carro. Situações de mata fechada, estradas de terra, poças d’água e poeira são comuns nesse tipo de turismo. Talvez seja interessante deixar o seu carro feito para ambiente urbano em casa e contar com um jipe ou ou SUV preparado para enfrentar desafios.

E mesmo que você possua o carro adequado para essas situações, é preciso considerar que muitos destinos encontram-se espalhados em várias pontas do Brasil. Se você for viajar de avião, que tal alugar um carro para manter o conforto nos seus deslocamentos?

É preciso ressaltar que, apesar da melhoria da infraestrutura dos últimos anos, boa parte dos grandes destinos de turismo e aventura do Brasil não contam com linhas regulares de ônibus que ligam hotéis, pousadas e campings aos atrativos — como parques, cachoeiras e cânions. O carro é fundamental para chegar bem!

7. E agora, por que não viajar?

Depois de todas essas dicas de lugares para visitar, de modalidade de turismo de aventura para serem praticadas e dicas de segurança a serem seguidas, é hora de planejar a sua viagem.

O turismo de aventura tem se mostrado cada dia mais atrativo para milhões de pessoas em todo o mundo. Você não vai ficar de fora, vai? Junte sua família, chame seus amigos! Para ter uma viagem perfeita, baixe agora mesmo nosso guia completo de aluguel de carros e não perca uma só dica!

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